Um programa terapêutico para mulheres maduras que passaram anos dando conta de tudo — e agora querem reconhecer o que desejam para si e ter clareza para escolher o que fazer com isso.
Preencha o formulário e conte um pouco do momento que você está vivendo. A partir daí, entro em contato para entendermos juntas se o Cultivo Afetivo faz sentido para você.
Por fora, está tudo funcionando. Por dentro, alguma coisa mudou. Os filhos crescem, os relacionamentos se transformam, o corpo muda, a carreira ganha novos significados — e surge uma pergunta difícil: eu sei o que todo mundo precisa de mim. Mas o que eu quero?
Ter alguém ao lado, ser procurada por todos quando precisam — e, ainda assim, não se sentir vista, ouvida ou reconhecida.
Você sabe cuidar, resolver e sustentar. Mas, quando a pergunta é sobre você, a resposta não vem: e eu, o que eu quero?
Quando filhos, relacionamentos, corpo, carreira ou rotina mudam e você percebe que também precisa descobrir quem é e o que deseja nessa nova fase.
Menos entusiasmo, menos curiosidade, menos desejo — inclusive na intimidade. A sensação de que tudo perdeu a graça.
A sensação de que algumas oportunidades passaram — e o medo de mexer em algo agora e se arrepender.
Relações, trabalho e rotina que um dia foram escolhidos. Hoje, você já não sabe se continua por desejo, por medo ou por hábito.
Arraste o círculo em cada cartão para visualizar exemplos de como um pensamento automático pode ser explorado e ganhar novas perspectivas ao longo do processo terapêutico.
"Já é tarde para mudar, perdi minha chance."
"Talvez eu não precise recomeçar. Talvez precise decidir o que merece continuar."
"Ninguém vai me querer assim, meu corpo não é mais meu."
"Meu corpo mudou, e eu também. Posso descobrir como quero habitá-lo agora."
"Preciso dar conta de tudo. Não posso decepcionar ninguém."
"Não preciso corresponder às expectativas de todos. Posso respeitar meus limites e escolher o que realmente importa."
"Na minha idade, já deveria ter tudo resolvido."
"Não preciso ter tudo resolvido. Preciso saber o que ainda quero viver."
Estes exemplos são apenas ilustrativos. O processo terapêutico é individual e as novas perspectivas são construídas em conjunto, respeitando a história, o contexto e o tempo de cada pessoa.
O Método FLORESCER é a forma como organizo meu trabalho terapêutico no Cultivo Afetivo. Ele integra referências reconhecidas da Psicologia, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), a Terapia do Esquema e a Psicologia Positiva, além de conhecimentos da Neurociência, utilizando a metáfora do cultivo como recurso para organizar e dar sentido ao processo terapêutico. O percurso é construído de forma individual, de acordo com a história, as necessidades e os objetivos de cada pessoa. O método não decide por você se deve ficar ou partir, mudar ou permanecer: ele ajuda você a reconhecer o que deseja, para que a escolha seja sua.
Como aprendi a desejar? Quem precisei me tornar para dar conta? Compreendemos sua história, as referências que moldaram suas escolhas e as estratégias que ajudaram você a dar conta da vida — e o custo que elas têm hoje.
O que hoje ainda é escolha? Diferenciamos desejo de medo, hábito, culpa e expectativa nas relações, no corpo, no trabalho e nos projetos.
Quem é a mulher que sou agora — e o que ela ainda deseja viver? Atualizamos o olhar sobre quem você se tornou e reconhecemos o que você quer continuar, mudar, experimentar ou deixar.
O que faço com aquilo que reconheci? Transformamos clareza em escolhas possíveis e próximos passos concretos. Porque florescer é dar lugar ao que você ainda deseja viver.
Desde minha formação em Psicologia, em 1988, diferentes estudos e experiências ampliaram minha forma de compreender as pessoas, suas histórias e seus processos de transformação.
Universidade FUMEC.
Universidade FUMEC. Período: outubro a dezembro de 1988.
Universidade FUMEC. Período: fevereiro de 1993 a março de 1994.
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Carga horária de 360h.
Centro de Psicologia Aplicada e Formação (CPAF-RJ). Carga horária de 32h.
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Especialização em andamento · carga horária de 360h.
Conteúdos sobre autoestima, identidade, relacionamentos e transições da maturidade em @carlapimentel.psi.
Mais de 72 mil pessoas acompanham minhas reflexões no Instagram.
Seguir @carlapimentel.psiPreencha o formulário no final desta página com seu nome, número e e-mail, e diga se prefere receber uma ligação ou uma mensagem. Vou te responder pessoalmente para entender sua necessidade e encontrar o melhor horário.
Um celular, tablet ou computador com câmera, conexão estável de internet e um espaço tranquilo e privativo. O link de acesso é enviado antes de cada sessão.
Em situações específicas, especialmente quando condições de saúde ou mobilidade dificultam o deslocamento, o atendimento domiciliar pode ser avaliado. A possibilidade depende de indicação técnica e de condições adequadas para preservar a privacidade, o sigilo e a qualidade do atendimento.
A duração varia de acordo com a história, as necessidades, os objetivos e o desenvolvimento de cada pessoa ao longo do processo. O acompanhamento é avaliado e ajustado periodicamente, sem previsão prévia de prazo ou garantia de resultados.
Não necessariamente. Aqui, a maturidade não é definida apenas pela idade: ela pode chegar aos 40, 50, 60 anos ou mais. O que importa é o momento em que você olha para a própria história e se pergunta se a vida que construiu ainda corresponde à mulher que se tornou.
Não. O trabalho não define se você deve ficar ou partir, continuar ou mudar. Ele ajuda você a reconhecer o que deseja e a diferenciar isso de medo, hábito, culpa ou expectativa. Pode ser permanecer — mas porque escolheu. Pode ser partir — mas porque escolheu.
A TCC trabalha a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos. A Terapia do Esquema ajuda a compreender padrões mais profundos, muitas vezes construídos ao longo da vida, que continuam se repetindo nos relacionamentos, nas escolhas e na forma como você se percebe.
Sou psicóloga formada desde 1988 e, ao longo da minha trajetória, diferentes experiências profissionais e acadêmicas ampliaram a forma como compreendo as pessoas, suas histórias e os momentos de transição da vida.
O interesse pela relação entre natureza e bem-estar me levou ao mestrado em Ciência da Sustentabilidade e à pesquisa sobre jardins terapêuticos, que deu origem ao livro e ao artigo científico. Essa experiência passou a integrar meu olhar clínico de uma forma muito própria: como inspiração para compreender ciclos, mudanças, resiliência e novos começos.
Hoje, uno Psicologia Clínica, TCC, Terapia do Esquema, Psicologia Positiva e conhecimentos da Neurociência no Cultivo Afetivo, um programa para mulheres maduras que passaram anos dando conta de tudo e querem voltar a reconhecer o que desejam para si.
Meu trabalho parte de uma pergunta: o que a mulher que você se tornou deseja viver agora? Não proponho voltar a ser quem você era, nem recomeçar do zero — proponho dar lugar ao que ainda faz sentido viver.
Dessa integração nasceu o Método Florescer: um caminho terapêutico para compreender o que precisa ser cuidado, transformar padrões e cultivar novas possibilidades de vida.
Minha trajetória reúne Psicologia, pesquisa acadêmica e estudos sobre a relação entre natureza e bem-estar humano — conhecimentos que também inspiram o Cultivo Afetivo.